quinta-feira, 25 de agosto de 2011

NÃO IMPORTA A SITUAÇÃO; JESUS LIBERTA

Testemunho de Ex-Gótica que fazia orgias em cemitérios, bebia sangue humano e tinha pacto com o diabo, mas foi liberta por JESUS !

O Bispo Edir Macedo da Igreja Universal do Reino de Deus postou um vídeo em seu blog com o testemunho de uma jovem que na adolescência se envolveu com o goticismo e passou a fazer pactos de sangue e pactos sexuais nos cemitérios de São Paulo.
Rafaela Rizzo, estudante de jornalismo, conta que passou a curtir rock com letras que cultuavam o diabo e passou a andar com góticos frequentando cemitérios onde faziam orgias sexuais, sob o efeito de álcool e de drogas.
Foi com essa turma que ela passou a ter experiências bissexuais. “Quando um homem a decepcionavam ela ficava com mulheres, quando uma mulher me decepcionava eu voltava a ficar com homens”, explica a jovem.
Ela gostava de viver dentro dos cemitérios, deitava nos túmulos para se drogar e nessa mesma época passou a gostar de tomar sangue humano. Para saciar esse desejo por sangue, Rafaela pedia aos seus amigos que a deixassem sugar o sangue deles.
A jovem relata que sentia um vazio muito grande e que por muitas vezes tentou se matar, até que um dia uma amiga a convidou para participar de um culto e ela aceitou.
Ela se converteu no Cenáculo da Bela Vista, São Paulo, e hoje faz parte do grupo Força Jovem da Igreja Universal.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

BABEL OU IGREJA?

Os cristãos, de modo geral, estão envolvidos com a obra de Deus. Alguns, mais especificamente, trabalham dentro da igreja, em diversos ministérios, grupos e projetos. Qual será a visão de Deus a respeito de todo esse trabalho? A bíblia nos mostra que nossas obras podem ser abençoadas ou destruídas por Deus (Salmo 90.17; Ec.5.6). Em Gênesis 11, encontramos o exemplo de uma grande obra: a Torre de Babel. Aquele texto nos fala acerca de um grupo bem organizado, com liderança definida (Gn.10.8-10), com unidade, propósito, planejamento, conhecimento técnico, recursos materiais e iniciativa para o trabalho. Tais características podem até servir como modelo para nós. Contudo, a grande obra não produziu o resultado almejado. Aparentemente, tudo estava muito bem, até que Deus resolveu interromper o trabalho. Por quê ocorreu tamanho fracasso?


O problema era a motivação daquele grupo. Eles disseram: “Edifiquemos para nós uma cidade... e tornemos célebre o nosso nome” (Gn.11.4). Aquela obra não era de Deus, mas do homem, embora “Babel” signifique “porta de Deus” (o mesmo que “Babilônia”). Precisamos examinar as nossas obras. Algumas podem ter o nome de Deus em seus rótulos, em suas placas, quando, de fato, são meros empreendimentos humanos para a glória do próprio homem.

O que queremos engrandecer com as nossas obras? A nós mesmos? O nosso nome? A nossa denominação evangélica? O nosso alvo deve ser a glorificação do Senhor Jesus Cristo. Caso contrário, estaremos realizando a nossa obra e não a obra de Deus.

Gostaríamos de traçar um paralelo entre o episódio de Babel e o dia de Pentecostes, narrado em Atos 2. Em ambos os casos, está em evidência a variedade de línguas. No primeiro, as pessoas não se entendiam. No último, a mensagem de Deus foi compreendida por todos. Em Atos 2, também se registra o início de uma grande obra: a edificação da igreja. Esta, ao contrário de Babel, foi planejada pelo Senhor Jesus (Mt.16.16), ungida e dirigida pelo Espírito Santo. Seu objetivo é a glória de Deus. Por isso, conta com a bênção do Pai.

Entretanto, toda obra deve ser acompanhada em todas as suas etapas e em todos os setores de trabalho. Cada um de nós, deve verificar se está trabalhando sob a direção do Espírito Santo. Estamos edificando a igreja ou Babel? Precisamos avaliar nossa própria obra, antes que Deus venha examiná-la.

Paulo manifestou sua preocupação quando escreveu aos Coríntios. A obra realizada naquela igreja estava precisando de alguns ajustes para que retomasse o rumo do projeto divino. O apóstolo disse que, sobre o alicerce, que é Cristo, muitos estavam edificando. Alguns construíam com ouro, prata e pedras preciosas. Outros utilizavam madeira, feno e palha (I Cor.3.9-17). Todo material seria testado pelo fogo.

Como podemos medir a eficácia do nosso trabalho ou verificar se está correto? A continuidade da obra é um bom sinal, mas não é suficiente. Nossa satisfação pessoal com o que temos feito também é positiva, mas não serve como instrumento de avaliação. Na bíblia está o projeto determinado por Deus, a planta da construção. Nela encontramos todos os parâmetros para o serviço ao Senhor. Devemos sempre examinar o nosso trabalho sob a luz da Palavra.

Precisamos sempre fazer o melhor, acompanhando os parâmetros bíblicos, para a glória de Deus e ungidos pelo Espírito Santo. Dessa forma, nosso trabalho dará resultados, e o principal é a salvação das almas (I Pd.1.9). O resto, mesmo que seja importante, é secundário. Que o nosso propósito não seja o dinheiro, mesmo sabendo de sua necessidade e importância. Que o nosso propósito não seja a fama, ainda que sejamos reconhecidos e honrados.

No dia do juízo, nossas realizações serão provadas pelo fogo dos olhos de Deus. Aquele cuja obra permanecer, será recompensado pelo Senhor (I Cor.3.9-17). É importante observarmos que não haverá galardão para a igreja, mas para cada pessoa individualmente. Portanto, a responsabilidade também é individual. Ainda que, como grupo, sejamos bem sucedidos, é necessário que cada um verifique qual tem sido a sua contribuição para a causa do Senhor.

Verdade é que não seremos salvos mediante as obras, senão pela fé. Contudo, a verdadeira fé é conhecida através das obras. E, se ainda estamos neste mundo, é para que trabalhemos. Nossa vida precisa ser dedicada àquele que, em nosso favor, entregou sua própria vida: Jesus Cristo.
 
Autor: Anísio Renato de Andrade
 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

ATENDENDO O IDE DO SENHOR

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Berg e Vingren se conheceram poucos anos antes de fundarem a AD brasileira, quando ainda estavam nos Estados Unidos – Berg, dedicando-se apenas aos trabalho secular e Vingren, como pastor ordenado pela Igreja Batista Sueca nos EUA. Ambos já haviam sido inflamados pelas chamas do Movimento Pentecostal norte-americano quando compartilharam entre si suas experiências e, juntos, em oração, receberam o chamado para o nosso país.
Em 1897, aos 18 anos, foi batizado nas águas na Igreja Batista em Wraka, Smaland, Suécia. Nessa época, assumiu a direção da Escola Dominical de sua igreja, substituindo seu pai. Em 14 de julho daquele ano, um artigo de uma revista, que falava sobre os sofrimentos de tribos nativas no exterior, o levou às lagrimas e a uma decisão que mudaria o rumo de sua vida. “Subi para o meu quarto e ali prometi a Deus pertencer-lhe e pôr-me à sua disposição, para honra e glória de seu nome. Orei também insistentemente para que Ele me ajudasse a cumprir esta promessa”, relata o homem de Deus.
Em outubro de 1898, deixou a direção da Escola Dominical e foi participar de uma Escola Bíblica em Götabro, Närke. “Nunca mais na minha vida recebi uma instrução bíblica tão profunda como aquela. Pastor Kihlstedt nos quebrantava completamente com a Palavra de Deus. Ele nos tirava tudo, tudo, até que ficássemos inteiramente aniquilados como pó diante dos pés do Senhor. Depois vinha o irmão Emílio Gustavsson com o óleo de Gileade, e sarava as feridas da alma, alimentando nossos corações famintos com o melhor trigo dos celeiros de Deus. Oh, que tempo aquele! Fez-me bem pelo resto de toda a minha vida”, conta Vingren em suas memórias.
Aquela Escola Bíblica durou um mês e fazia parte de uma Federação Evangélica que tinha o objetivo de ganhar almas para Cristo. Depois dela, Vingren foi enviado com o evangelista Soderlund à província de Skane, seu primeiro campo de trabalho. Em seguida, evangelizou nas províncias de Västergötland e Tidaholm, onde adoeceu de papeira e foi curado instantaneamente após a oração de um grupo de irmãos. De lá, evangelizou em Rönneholm e retornou a Skane.
Após o serviço militar, foi atraído pela “Febre dos Estados Unidos”. Em 30 de outubro de 1903, embarcou na cidade de Gotemburgo num vapor que o levou à cidade de Hull, na Inglaterra. Dali, foi de trem para Liverpool, onde pegou outro vapor, com destino a Boston, Massachusets (EUA). Chegando lá, tomou um trem até Kansas City, onde morava seu tio Carl. Depois de uma semana, começou a trabalhar como foguista em Greenhouse até o verão. Foi porteiro de uma grande casa comercial na região e jardineiro, profissão que aprendera com seu pai. Em fevereiro de 1904, conseguiu um emprego no Jardim Botânico de Saint Louis. Aos domingos, Vingren assistia os cultos de uma igreja sueca estabelecida naquela cidade.
Em setembro de 1904, iniciou um curso de quatro anos no Seminário Teológico Batista Sueco, em Chicago. Durante o tempo em que morou em Kansas, pertencera à Igreja Batista sueca, onde fora exortado a voltar a estudar. Durante o curso, foi convidado a pregar em vários igrejas. Pelo Seminário, estagiou sete meses na Primeira Igreja Batista em Chicago, Michigan. Depois, estagiou nas Igrejas Batistas em Sycamore, Illinois; Blue Island, também em Illinois; e, por fim, em Mountain, Michigan.
Concluiu seus estudos e foi diplomado em maio de 1909. Nesse período, entregou uma solicitação para ser enviado como missionário. Enquanto a resposta não chegava, foi convidado para assumir o pastorado da Igreja Batista em Menominee, Michigan. Em junho daquele ano, assumiu a direção da igreja.
Nesse período, participou da Convenção Geral Batista dos Estados Unidos, onde foi decidido que seria enviado missionário para Assam, na Índia, juntamente com sua noiva. A Convenção Batista do Norte o sustentaria. No início, Vingren convenceu-se de que esta era a vontade de Deus, mas, durante a Convenção, Deus mostrou-lhe o contrário. Voltando à sua igreja, enfrentou uma grande luta por causa de sua decisão. Finalmente, resolveu não aceitar a designação e comunicou sua decisão à Convenção por escrito. Por esse motivo, a moça com quem se enamorara rompeu o noivado. Ao receber a carta dela, respondeu: “Seja feita a vontade do Senhor”.
Por esse tempo, despontava um grande avivamento nos Estados Unidos, que culminou no atual Movimento Pentecostal que se espalhou pelo mundo no século 20. Nessa época, uma irmã que tinha o dom de interpretar línguas foi usada por Deus para dizer-lhe que seria enviado ao campo missionário, mas “somente depois de revestido de poder”.
No verão de 1909, Deus encheu o coração de Vingren com o desejo de receber o batismo no Espírito Santo. Em novembro daquele ano, ele pediu permissão à sua igreja para visitar a Primeira Igreja Batista Sueca, em Chicago, onde se realizava uma série de conferências. O seu objetivo era buscar o batismo no Espírito Santo. Após cinco dias de busca incessante, foi revestido de poder, falando em outras línguas como os discípulos no Dia de Pentecostes.
Foi nessas conferências que conheceu Daniel Berg, que se tornaria mais à frente seu grande amigo.
O encontro entre Berg e Vingren
Daniel Högberg, conhecido no Brasil como Daniel Berg, nasceu a 19 de abril de 1884, na pequena cidade de Vargon, na Suécia, às margens do lago de Vernern. Quando o Evangelho começou a entrar nos lares de Vargon, seus pais, Gustav Verner Högberg e Fredrika Högberg, o receberam e ingressaram na Igreja Batista. Logo procuraram educar o filho segundo os princípios cristãos. Em 1899, Daniel converteu-se e foi batizado nas águas.
Em 1902, aos 18 anos, pouco antes do início da primavera nórdica, deixou seu país. Embarcou a 5 de março de 1902, no porto báltico de Gothemburgo, no navio M.S.Romeu, com destino aos Estados Unidos. “Como tantos outros haviam feito antes de mim”, frisava. O motivo foi a grande depressão financeira que dominara a Suécia naquele ano.
Em 25 de março de 1902, Daniel desembarcou em Boston. No Novo Mundo, sonhava, como tantos outros de sua época, em realizar-se profissionalmente. Mas, Deus tinha um plano diferente e especial para sua vida.
De Boston, viajou para Providence, Rhode Island, para se encontrar com amigos suecos, que lhe conseguiram um emprego numa fazenda. Permaneceu nos Estados Unidos por sete anos, onde se especializou como fundidor. Com saudades do lar, retornou à cidade natal, onde o tempo parecia parado. Nada havia se modificado. Só seu melhor amigo, companheiro de infância, não morava mais ali. “Vive em uma cidade próxima, onde prega o Evangelho”, explicou sua mãe.
Logo chegou a seu conhecimento que seu amigo recebera o batismo no Espírito Santo, coisa nova para sua família. A mãe do amigo insistiu para que Daniel o visitasse. Aceitou o convite. No caminho, estudou as passagens bíblicas onde se baseava a “nova doutrina”. Chegando à igreja do amigo, encontrou-o pregando. Sentou e prestou atenção na mensagem. Após o culto, conversaram longamente sobre a “nova doutrina”. Daniel demonstrou ser favorável. Em seguida, despediu-se e partiu, pois sua intenção não era permanecer na Suécia, mas retornar à América do Norte.
Em 1909, após despedir-se dos pais, em meio à viagem de retorno aos Estados Unidos, Daniel orou com insistência a Deus, pedindo o batismo no Espírito Santo. Como não estava preocupado como da primeira vez, posto que já conhecia os EUA, canalizou toda a sua atenção à busca da bênção. Ainda no navio, ao aproximar-se das plagas norte-americanas, sua oração foi respondida.
A partir de então, sua vida mudou. Daniel passou a evangelizar como nunca e a contar seu testemunho a todos. Foi então que, por ocasião das já mencionadas conferências em Chicago, Daniel encontrou-se com o pastor batista Gunnar Vingren, que também fora batizado no Espírito Santo. Os dois conversaram horas sobre as convicções que tinham. Uma delas é que tanto um como o outro acreditavam que tinham uma chamada missionária. Quanto mais dialogavam, mais suas chamadas eram fortalecidas.
Ao voltar à sua igreja em Menominee após as conferências em Chicago, Vingren começou a pregar a verdade de que “Jesus batiza no Espírito Santo e com fogo”. Em fevereiro de 1910, Vingren foi intimado a se afastar da igreja, que ficou dividida: metade cria na promessa e a outra a rejeitava. Os que rejeitaram obrigaram-no a deixar o pastorado.
No entanto, Vingren recebeu o apoio da Igreja Batista em South Bend, Indiana. Todos ali o receberam e creram na verdade. Na primeira semana, Jesus batizou dez pessoas no Espírito Santo. Naquele verão, quase vinte pessoas receberam a promessa. Assim, Deus transformou a Igreja Batista de South Bend em uma igreja pentecostal. Vingren pastoreou-a até 12 de outubro de 1910, quando começou a preparar-se para a viagem ao Brasil.
Quando Vingren voltou a South Bend, Berg estava trabalhando em uma quitanda em Chicago quando o Espírito Santo mandou que se mudasse para South Bend. Berg abandonou seu emprego e foi até lá, onde encontrou Vingren pastoreando aquela Igreja Batista. “Irmão Gunnar, Jesus ordenou-me que eu viesse me encontrar com o irmão para juntos louvarmos o seu nome”, disse Berg. “Está bém!”, respondeu Vingren com singeleza. Passaram, então, a encontrarem-se diariamente para estudar as Escrituras e orar juntos, esperando uma orientação de Deus.
O chamado e a chegada ao Brasil
Foi em South Bend que Vingren e Berg foram revelados pelo Espírito Santo, através da instrumentalidade do irmão Olof Uldin (que havia conhecido Vingren e Berg), sobre vários acontecimentos futuros a respeito dos dois. Entre outras coisas, Deus lhes disseras que deveriam ir para um lugar chamado Pará; que o povo desse lugar era de um nível social muito simples; que Gunnar deveria lhes ensinar os rudimentos da doutrina bíblica; que Berg e ele comeriam comidas simples, mas não lhes faltaria nada; e que Vingren casaria com uma moça chamada Strandberg (Anos depois, quando de retorno à Suécia após o início da obra no Brasil, Vingren conheceria a enfermeira Frida Strandberg, com quem se casaria).
Ao ouvirem pela primeira vez o nome do lugar para onde Deus os chamara, não sabendo onde era, foram até a biblioteca pública da cidade, onde descobriram que o Pará ficava no Norte do Brasil. Depois de orarem, Berg e Vingren aceitaram o destino.
Após a revelação divina dada ao irmão Olof Uldin de que o lugar para onde deveriam ir era o Pará, no Brasil, Daniel Berg, contra a vontade dos seus patrões, abandonou o emprego. Eles argumentaram: “Aqui você pode pregar o Evangelho também, Daniel; não precisa sair de Chicago”. Mas, ele estava convicto da chamada e não voltou atrás.
Ao se despedir, Berg recebeu de seu patrão uma bolacha e uma banana. Essa era uma tradição antiga nos Estados Unidos. Simbolizava o desejo de que jamais faltasse alimento para a pessoa que recebesse a oferta. Esse gesto tocou o coração de Berg, que em seguida partiu com Vingren para Nova Iorque, e de lá para o Brasil em um navio.
Deus proveu milagrosamente a quantia certa para a viagem. Durante a viagem, ganharam um tripulante para Cristo. Quatorze dias após saírem de Nova Iorque, chegaram ao Pará. Era o dia 19 de novembro de 1910.
Em Belém, moraram no porão da Igreja Batista localizada na Rua Balby, 406. Depois, passaram um tempo na casa do irmão presbiteriano Adriano Nobre, em Boca do Ipixuna, às margens do Rio Tajapuru. Hospedaram-se no mesmo quarto onde morava o irmão Adrião Nobre, primo de Adriano. De volta a Belém, retornaram ao porão da igreja. Por esse tempo, já falavam um pouco de português. O primeiro professor deles fora o irmão Adriano.
As irmãs Celina Albuquerque e Maria de Nazaré creram na mensagem pentecostal e receberem o batismo no Espírito Santo. Criou-se, então, uma discussão na igreja, que culminou na expulsão de 19 membros mais Vingren e Berg. Em 18 de junho de 1911, nascia a Missão de Fé Apostólica, que em 11 de janeiro de 1918 foi registrada oficialmente com um novo nome, Assembleia de Deus, nome este que a nova igreja já usava desde 1916. Era uma igreja sem vínculos estrangeiros, genuinamente brasileira e que se tornaria a maior igreja pentecostal do mundo.

sábado, 30 de julho de 2011

O AVIVAMENNTO QUE ESPERAMOS

Há muito, temos ouvido notícias de avivamentos em várias partes do mundo. Na África, na Coréia do Sul, na Argentina, e recentemente na Colômbia. Fala-se do mover soberano de Deus, salvando vidas aos “borbotões”. Algo divino, sobrenatural e visível. Histórias verídicas de pessoas que, simplesmente, passando pela rua, sem ouvir qualquer música ou mensagem, começam a sentir uma profunda comoção, uma aguda consciência de pecado, e vão correndo a uma igreja, chorando, e entregam a vida a Jesus. Famílias inteiras que, durante uma singela refeição, são surpreendidas por uma presença que envolve o ambiente, e todos começam a louvar, adorar, e ficam cheios do Espírito Santo. Outros que, lá mesmo no hospital ou num leito em casa, sem a presença de qualquer ministrante, são curados instantaneamente, reconhecem a ação divina e passam a servi-lo. Púlpitos são inflamados, ministérios desabrocham, milagres acontecem, o reino de Deus chegou.
A palavra santidade ganha novos contornos, ganha peso, torna-se o anelo ardente de quantos são tocados por essa graça. Como desejamos esse avivamento! No entanto, ele não acontece do nada, por acaso, ou por única e exclusiva direção divina, embora seja essa a vontade dele. Deus responde o clamor do seu povo. A Escritura diz que Ele derrama água sobre a terra seca e sedenta; Ele atende ao que pede; responde ao que busca; abre ao que bate à porta. Avivamento vem como resposta ao clamor de um povo sedento. “Oh! Se fendesses os céus, e descesses! Se os montes tremessem na tua presença! Como quando o fogo inflama os gravetos, como quando faz ferver as águas, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, de sorte que as nações tremessem da tua presença!” (Isaías 64:1-4). As notícias do Brasil que chegam a outros países, dão conta de que estamos experimentando um grande avivamento. Abertura total para a pregação do Evangelho, Igrejas crescendo como nunca, Pastores inflamados, vários movimentos e comunidades independentes arrastando multidões, enfim, tudo leva a entender aos de fora, que o Brasil está sendo sacudido pela obra do Espírito Santo.
Não resta dúvidas de que a mão de Deus age sobre a nossa nação. Porém são apenas gotas diante daquilo que o Senhor deseja e pode fazer. Nós não sabemos e não podemos definir como será o avivamento que Deus tem para o Brasil. Não existem fórmulas. Contudo, há princípios e elementos comuns em todos os avivamentos na história da igreja: Quebrantamento, arrependimento, confissão de pecados e mudanças de atitude e comportamento; priorização das coisas espirituais, seriedade e compromisso com o reino, a igreja; apego às Escrituras; vida intensa de oração e jejum; genuíno amor e carinho pelos irmãos, e solidariedade para com o próximo; desapego das coisas materiais e liberalidade na contribuição; ampla visão missionária e apaixonado ardor evangelístico; louvor e adoração que vêm da alma, e o exercício de todos os dons espirituais. Esse é o avivamento que esperamos. Não o que rasga as vestes, mas o que quebranta o coração; não o que impressiona os olhos, mas o que gera frutos para a glória de Deus; não o que traz apenas “carisma”, dons, milagres, mas o que além dessas coisas, produz caráter, vergonha, siso, honestidade, chão e perseverança. Gente que, cheia do Espírito de Deus, honra o ministério da sua igreja local; gente que não se abala com a força do vento contrário; gente que compra e veste a camisa, e não muda de time porque a torcida de lá grita mais alto. Esse é o avivamento que esperamos. Que Deus ouça a nossa oração, fenda os céus e desça.
Autor Rev. Itamar Bezzera

quinta-feira, 28 de julho de 2011

ESTÃO BRINCANDO DEMAIS, COM QUEM NÃO SE PODE BRINCAR

  ESTÃO BRINCANDO DEMAIS, COM QUEM NÃO SE PODE BRINCAR

Hunky Jesus: Evento homossexual zomba do Cristianismo elegendo o “melhor e mais atraente” Jesus Cristo gay

Todos os anos é realizado na cidade de Mission Dolares Park, em San Francisco – Califórnia, o concurso “Hunky Jesus”. Evento este que tem como objetivo eleger o melhor Jesus Cristo gay, e é realizado durante o período de celebração da ressurreição de Cristo – a Páscoa – ridicularizando e zombando do cristianismo.
O vencedor do concurso, realizado ao ar livre, é o “Jesus Cristo” gay mais atraente para o público, formado praticamente apenas de homossexuais.

Para o cristão Idemir Medeiros do blog “Que Verdade é Essa?” existe uma grande injustiça contra o povo cristão e uma vasta gama de privilêgios dados a homossexuais não só no Brasil, mas em vários pontos do mundo. “Hoje em dia parece que é perfeitamente aceitável zombar de cristãos, como aconteceu recentemente na 15ª parada gay de São Paulo, porém, se alguém disser qualquer coisa contra os gays, é um crime de ódio da pior espécie, fanatismo e opressão contra os coitadinhos”, questiona e completa: “Se por exemplo, o contrário tivesse acontecido, se os cristãos tivessem zombado dos homossexuais, isso teria virado notícia no mundo todo, você estaria vendo em todos os jornais, mas como são os gays que estão fazendo, o silêncio é que predomina”, afirma.
Os vídeos da “Hunky Jesus” mesmo contendo cenas de nudez e ofensas de formas terríveis e explicitas ao Cristianismo, não foram retirado do Youtube, enquanto vídeos que falam a respeito do homossexualismo muitas vezes são bloqueados e marcados como impróprios, permitindo a visualização apenas daqueles que tem cadastro no canal.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 13 de julho de 2011

PRECISAMOS MUDAR


Há muito tempo atrás os evangélicos eram conhecidos como protestantes, o principal motivo era o seu viver separado das obras do pecado,  um crente não poderia se associar a coisas que contrariavam os ensinamentos bíblicos. Éramos chamados de protestantes por sempre se fazer contrário as coisas erradas deste mundo.
Hoje muitas igrejas tem abandonado o verdadeiro evangelho; o evangelho da graça, o evangelho da cruz de CRISTO; as igrejas evangélicas de hoje tem influência política, mas não tem poder espiritual, tem riqueza material, mas não tem integridade moral; as igrejas buscam os aplausos dos homens, em vez de levar esses homens ao arrependimento; Uma igreja que prega para agradar, e não para levar esses homens a conversão. Precisamos mudar tudo isso, pois temos uma igreja que se diz evangélica, mas, não conhece a bíblia sagrada, tem abraçado coisas contrárias a palavra de DEUS.
Muitos púlbitos  hoje prega: prosperidades, riquezas e não prega-se mais salvação no nome de JESUS, e com isso as igrejas estão ficando lotadas de pessoas, não para buscar a DEUS, mas, para buscar: curas, prosperidades, casamentos, uma infinidade de coisas, menos o reino dos céus, é muita gente correndo atrás de benção, poucos se acredita mais na vida eterna e na sua própria salvação. As pregações são voltadas para os milagres, as curas, o sobrenatural, e não tem se preocupado em conduzir as pessoas a uma vida de santidade, de transformação e integridade com DEUS, ou seja, não se interessa nem um pouco que as pessoas tenham um novo nascimento.
Sonhos, visões, profecias e revelações tem substituído a bíblia em muitas igrejas; até o misticismo tem tomado lugar da palavra de DEUS. É rosa ungida, sabonete da limpeza espiritual, gruta dos milagres, sal virgem...é ensinado muitas coisa no lugar da palavra de DEUS. O evangelho de hoje tem sido transformado em produto de lucro para muitos, as igrejas mais parecem empresas, e os crentes são os consumidores, os púlbitos é uma espécie de balcão de negocio; lugar de vender benção. Pastores, pregadores, e cantores mais parecem astros de cinemas, tem suas “tietagens” ou coisas parecidas, muitos usam os púlbitos e palcos para se promoverem e venderem seus produtos.
Hoje o grande alvo das igrejas não é mais as almas, não se busca mais transformações de vidas, mas sim, patentes e poder; não se faz mais conta de quantas almas foram salvas durante o mês, mas a grande preocupação é: quanto tem na conta bancária, a prova disso é só ver quanto se gasta em evangelismo, e o que se gasta em outras ações como: templos luxuosos que não transforma ninguém, viagens desnecessárias de pastores e lideres, que gastam o dinheiro da igreja sem o menor pudor.
Precisamos mudar urgente, e voltar para a palavra de DEUS, temos que deixar de se misturar com o pecado, e começar buscar mais as coisas do céu. O que estamos assistindo é muitos que se dizem de DEUS se misturando e se contaminando com: corrupção, cobiças, ganâncias, prostituições e ainda se achando que estão certo, vivendo no meio da mentira e da falsidade, outros não tem mais autoridade para falar do pecado, pois vive compartilhando do mesmo e saboreando as suas “gorduras e doçuras”.
Volto ao passado e vejo uma coisa interessante: a cabeça de um homem de DEUS valer mais que metade de um reino (MT.14.7-11), o profeta preferiu a morte, e não se calou diante do pecado do rei.
Precisamos mudar, precisamos de uma vida plena no espírito, precisamos de uma alegria verdadeira com DEUS; não basta ter conhecimento, também é preciso ter experiência; não basta saber muito de DEUS, é preciso ter intimidade com Ele. As igrejas estão abandonando o primeiro amor, estão cheias de pessoas sem vida, sem à alegria da salvação, levando uma vida que não glorifica a DEUS .
Muitas igrejas estão morrendo, muitas estão minguando, encolhendo, diminuindo, não por falta de conhecimento, mas por falta de aplicar esse conhecimento na prática; outras estão soberbas, acham que somente elas estão com a verdade, enquanto são criticas com os outros e não vivem a verdade que professam.
JESUS corrigiu a igreja de Éfeso, ela tinha doutrina, mas não tinha amor (AP.2.1-7) ao contrário da igreja de Esmirna, tinha amor, mas não tinha doutrina (AP.2.8-11) e JESUS também à corrigiu. Precisamos de doutrina certa, precisamos de conhecimento e de práticas cristãs que glorifiquem a DEUS.
A igreja precisa mudar, se humilhar diante de DEUS, se arrepender de seus pecados, chorar na presença de DEUS e acertar sua vida com o criador, então será revitalizada e fortalecida.
Que os púlbitos sejam lugar de proclamação do verdadeiro evangelho, e não de apresentações artísticas e malabarismo religioso.
Que DEUS  abençoe a todos.

FERVOR RELIGIOSO E ESPIRITUALIDADE


Fervor Religioso e a Espiritualidade
A igreja de Corinto sofria o mesmo mal do pentecostalismo contemporâneo: muito fervor, mas pouca espiritualidade; muito carisma, porém pouco caráter; abundância nos dons, todavia falta nos frutos do Espírito. É impressionante o número de eventos que conclamam sobre avivamento, mas poucos são os frutos desse suposto “mover”. O povo brasileiro é atualmente místico e emocional, quando crentes confundem o emocionalismo exacerbado com o “poder de Deus”.
Hoje, as pregações nas igrejas pentecostais resumem-se a gritaria e vitória; histeria e ufanismo; bagunça e falta de reflexão. Congressos estão lotados de pessoas ávidas por novidades, como “cair no espírito”, “aviãozinho”, “cambalhotas”, “pula-pula” etc. E aí de quem contestar essas práticas bizarras, pois logo é taxado de fariseu, blasfemo e outros estereótipos. Pouco se fala em caráter nos púlpitos pentecostais. Muita aparência de religiosidade, pois enquanto gritam “aleluais” maquiam seus males.
Não adianta gritar nos cultos como se estivesse no Maracanã, se o coração não estiver disposto a obedecer a Deus. Lembre-se que“uma lata vazia faz muito barulho”.
    A Missão Discipuladora da Igreja
Eis o grande problema da igreja pentecostal: falta de discipulado. Inclusive muitas lideranças precisariam voltar a classe dos discipulados, pois não sabem o elementar da fé cristã, portanto não aprenderam a ser discípulos. Não adianta a igreja ser muito evangelizadora, se a mesma não tem uma forte equipe de discipuladores. Igreja que evangeliza e não discípula não está cumprindo a Grande Comissão. O problema maior é que muitas deixaram o discipulado e até a evangelização.
Ensinar é moldar caráter. Falta de ensino bíblico provoca distorções doutrinárias e morais. Imaturidade e fraqueza doutrinária estão casadas. Enquanto numa comunidade muitos praticam os dons espirituais a partir da ostentação, do orgulho, da falta de amor; muita confusão acontecerá. Tudo isso fruto de um discipulado inexistente ou deficiente.
Conclusão
Uma igreja sadia é possível mesmo diante dos desafios da vida urbana. A saúde da Eclésia está totalmente relacionada ao ensino e discipulado de cada crente, por meio de uma liderança madura. 
QUE DEUS NOS ABENÇOE